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Câncer no olho: Tiago Leifert celebra primeira vitória da filha

08/07/2025
Em LIFESTYLE
Câncer no olho: Tiago Leifert celebra primeira vitória da filha - img

Na última semana Tiago Leifert gravou um vídeo em sua rede social muito animado com a saúde da filha,  Lua, que aos 11 meses recebeu diagnóstico de retinoblastoma câncer no olho do grupo E. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier e membro do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) afirma que este é  o mais grave tipo de câncer no olho de acordo com a  Classificação Internacional do Retinoblastoma Intraocular (IIRC). Desde a descoberta da doença, os pais de Lua, Leifert e Daiana Garbin, percorrem o Brasil com a campanha “De Olho nos Olhinhos” para alertar os pais sobre a importância de observar os olhos das crianças. Isso porque, o diagnóstico precoce é crucial para salvar a visão e a vida da criança. Apesar do tratamento intensivo já no primeiro ano de vida,  Lua que hoje tem 4 anos  está de volta à casa dos pais, mantendo o tratamento.  Ela é uma  criança terrível,  alegre e tem muita energia conta Leifert no vídeo.

Causas

Queiroz Neto ressalta que o retinoblastoma é uma doença congênita, ou seja, aparece durante a gestação. Em  90% dos casos é decorrente de uma mutação celular na retina onde ocorre  uma replicação descontrolada das células.

Só 10% dos casos são hereditários.  Estão associados a uma mutação no gene RB1 que tem a função de suprimir o surgimento de tumores. O oftalmologista explica que a mutação neste gene libera a divisão celular desenfreada que desencadeia o câncer no olho. Por isso, não ter casos na família não garante que a criança está livre da doença. Lua não tinha casos na família.  Embora a mutação celular e a genética ocorram durante a fase fetal da vida, nem sempre o bebê apresenta sinais da doença logo que nasce. O tumor pode surgir até os 5 anos, mas a maioria dos casos  surge nos 2 ou 3 de vida.

Diagnóstico e sintomas

O oftalmologista explica que o diagnóstico é feito pelo  “teste do olhinho” logo que o bebe nasce. O exame é realizado com um oftalmoscópio, equipamento que emite uma fonte de luz no olho do bebê. Quando a pupila responde com um reflexo vermelho contínuo indica saúde. Se o reflexo for descontínuo ou esbranquiçado sinaliza presença de uma ou mais doenças congênitas.

O sintoma mais frequente é a leucocoria, também conhecida como olho de gato, um reflexo branco na pupila. ”A alteração pode ser percebida sob luz artificial e em fotos tiradas com flash. Nas duas situações os olhos saudáveis emitem um reflexo vermelho como acontece no teste do olhinho. “Se o reflexo não for vermelho o bebê deve ser levado para uma consulta oftalmológica”, orienta.  Outros sintomas do retinoblastoma elencados pelo oftalmologista são: estrabismo (olho torto), vermelhidão persistente e movimentos intermitentes dos olhos.

Prevalência

Hoje todas as famílias brasileiras têm um celular em casa, observa. “Ainda assim, um relatório de pesquisadores do INCA (Instituto Nacional do Câncer)  na revista científica, International Journal of Cancer revela que a prevalência anual do retinoblastoma no Brasil é de 400 casos entre crianças de 0 a 5 anos, o dobro da registrada nos Estados Unidos e na Europa.  Por aqui, a  doença representa aproximadamente 4% dos tumores infantis. Algumas cidades brasileiras registram entre 21,5 e 27 casos  de retinoblastoma por milhão, enquanto nos EUA e Europa a prevalência varia  entre 10 e 12 casos por milhão.  Segundo Queiros Neto isso acontece porque uma grande parcela das nossas crianças não tem acompanhamento oftalmológico nos primeiros anos de vida.

Tratamentos

O oftalmologista afirma que o tratamento geralmente requer uma equipe multidisciplinar e pode ser feito por diferentes técnicas. Uma delas é a terapia focal via destruição térmica, congelamento, laser e ou braquiterapia.  Outra é com quimioterapia sistêmica, intravítrea ou intra-arterial e nos casos muito avançados por enucleação, cirurgia que retira o globo ocular para preservar a vida do bebê. Hoje, uma das técnicas mais utilizada é a quimioterapia intra-arterial. Consiste em injetar na artéria da retina o medicamento, diminuindo desta forma os efeitos colaterais sistêmicos que podem ter reflexos na saúde por toda vida.  Em 70% dos casos salva a vida e a visão, finaliza.

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