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Dólar cai até R$ 5,49 e Bolsa sobe com tensões no Oriente Médio em foco

07/10/2025
Em ECONOMIA
Dólar cai até R$ 5,49 e Bolsa sobe com tensões no Oriente Médio em foco - img

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar tinha queda firme nesta segunda-feira (16), rondando o patamar de R$ 5,50, enquanto a Bolsa registrava forte alta, com os investidores se posicionando para decisões de uma série de bancos centrais ao longo da semana, enquanto o foco permanece em torno das tensões geopolíticas no Oriente Médio e das incertezas comerciais.

Às 14h40, o dólar caía 0,64%, a R$ 5,5050, após atingir R$ 5,497, na mínima da sessão até então, e a caminho de renovar o mínimo valor de fechamento do ano. A queda segue na esteira da fraqueza da moeda norte-americana no exterior. O índice DXY -que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas fortes- caía 0,20%, a 97,98.

Já a Bolsa avançava 1,79%, a 139.615 pontos, no mesmo horário, acompanhando a melhora em Bolsas americanas, europeias e asiáticas, com os investidores diminuindo os temores com o conflito entre Irã e Israel e a queda nos preços do petróleo.

A sessão desta segunda tem como pano de fundo o quarto dia da guerra aérea entre Israel e o Irã. Até a noite de domingo (15) havia 224 mortos no Irã, país com dez vezes mais população que Israel, que registra cerca de 22 mortes.

Em momentos de tensões geopolíticas, o dólar em geral é visto como um ativo seguro e tende a ser favorecido pelo sentimento de aversão ao risco que domina os mercados. Esse cenário foi observado na sexta, quando a moeda dos Estados Unidos avançou sobre seus pares. O índice DXY subiu 0,26%, a 98,12 pontos, ao fim do pregão de sexta.

No Brasil, a divisa dos EUA teve um recuo tímido de 0,03% na última sessão, cotado a R$ 5,540, refletindo a cautela do mercado doméstico diante dos conflitos.

O efeito da tensão no Oriente Médio foi sentido mais diretamente nos preços do petróleo. Na sexta, o Brent avançou 7,76%, cotado a US$ 74,74, e o WTI, 7,94%, a US$ 73,4 0. Já as ações da Petrobras fecharam em alta de 2,45% e 2,13%, respectivamente.

Neste pregão, no entanto, o dólar não conseguia sustentar seus ganhos, já que os investidores seguem demonstrando uma certa aversão a ativos dos EUA em meio às incertezas provocadas pela política comercial do presidente Donald Trump, que gera preocupações de desaceleração econômica global.

Por outro lado, os preços do petróleo registravam quedas nesta segunda, com os investidores diminuindo os temores com o conflito no Oriente Médio, já que os ataques militares entre Israel e Irã durante o fim de semana não afetaram as instalações de produção e exportação de petróleo.

Os preços do contrato para agosto do Brent, referência mundial, e do WTI (West Texas Intermediate), referência nos EUA, registravam quedas de 1,55% e 1,50%, respectivamente, por volta das 14h40, revertendo os ganhos do último pregão. Os papeis da Petrobras tinham sinais mistos nesta sessão, com a PETR3, ações ordinárias, subindo 0,65% e a PETR4, ações preferenciais, se desvalorizando 0,15%, no mesmo horário.

“O mundo, de fato, não está sentindo os efeitos dos preços. Então, o dólar contra o euro cai, o dólar contra o peso mexicano cai, então temos uma certa calmaria no mundo, e diria até que um otimismo nas ações. Não que o otimismo seja por isso, mas o mercado está olhando para outros fatores”, disse Alison Correia, analista de investimentos e co-fundador da Dom Investimentos.

Os mercados asiáticos encerraram em alta nesta segunda. O índice CSI300 fechou em alta de 0,25%, enquanto o índice SSEC, em Xangai, ganhou 0,35%. O índice Hang Seng, referência de Hong Kong, subiu 0,7%.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,36%, a 546,91 pontos, interrompendo uma série de cinco dias de perdas. O setor de bancos foi o que deu o maior impulso ao índice, avançando 1,9%.

Entre as ações americanas, o Dow Jones subia 0,90%, a 42.577,08 pontos. O S&P 500 tinha alta de 1,08%, a 6.041,57 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançava 1,56%, a 19.709,50 pontos.

O ataque ocorreu em meio a esforços dos Estados Unidos de negociar um acordo com o Irã sobre o programa nuclear iraniano e dias antes de uma sexta rodada de negociações entre os dois países. Até o momento, as discussões não têm tido resultados positivos.

Trump pediu ao Irã que faça um acordo, dizendo que ainda há tempo para o país evitar mais conflito com Israel.

“Já houve grande morte e destruição, mas ainda há tempo para que esse massacre, com os próximos ataques já planejados sendo ainda mais brutais, chegue ao fim”, disse Trump em publicação no Truth Social.

Os mercados também seguem ansiosos com a aproximação do prazo que Trump estabeleceu para fechar acordos comerciais, que se dá em três semanas, com os EUA distantes de entendimentos com seus principais parceiros, como Japão e União Europeia.

O receio pelo retorno das taxas punitivas no próximo mês ofuscava momentaneamente os temores gerados pela guerra no Oriente Médio.

“As tensões geopolíticas têm proporcionado pouco impulso ao dólar até o momento, refletindo a persistente desconfiança dos mercados em seu status de porto-seguro”, disse Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank. “Os investidores estão relutantes em desfazer suas posições vendidas em dólar.”

Os agentes financeiros também estão se posicionando para uma série de decisões de política monetária nesta semana, incluindo do Fed (Federal Reserve, o BC americano) e do Banco Central do Brasil.

A autoridade monetária norte-americana divulgará sua decisão na quarta (18), com ampla expectativa de que mantenha a taxa de juros inalterada mais uma vez, enquanto avalia os impactos econômicos das políticas do governo Trump.
No Brasil, o Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, se reúne nesta terça (17) e quarta-feira (18) para definir a taxa básica de juros (Selic).

O BC brasileiro entrará no encontro desta semana com suas opções em aberto, com as apostas de investidores divididas entre a manutenção dos juros em 14,75% ano -com 68% de chance- e uma alta de 0,25 ponto percentual -com 32%- para o anúncio de quarta-feira, segundo dados da LSEG.

“Não há consenso se o Copom manterá a Selic ou se vai promover um último ajuste. A inflação continua pressionada, e a incerteza fiscal voltou ao centro do debate”, afirmou Diego Costa, head de câmbio para o Norte e Nordeste da B&T XP, em nota.

Na frente de dados, a economia no Brasil iniciou o segundo trimestre com crescimento acima do esperado em abril, de acordo com dados do BC. O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), considerado um sinalizador do PIB (Produto Interno Bruto), teve expansão de 0,2% em abril, ante projeção de ganho de 0,1%.

O boletim Focus divulgado nesta segunda indicou uma redução na perspectiva da inflação para este ano, que caiu de 5,44% para 5,25%. Já o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para os três anos seguintes permaneceu em 4,5% (2026), 4% (2027) e 3,85% (2028).

A redução de 0,19 ponto percentual desta semana é a maior feita pelo Copom neste ano e também é a terceira semana consecutiva que houve redução na perspectiva para o IPCA.

Ao mesmo tempo, os economistas esperam um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2,2%, uma alta de 0,02 ponto percentual em relação ao levantamento da semana passada. Já o dólar deve fechar 2025 cotado a R$ 5,77, uma queda de R$ 0,03 na comparação com a última pesquisa.

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