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Home ECONOMIA

Gasolina e diesel atingem maior defasagem desde janeiro com alta do petróleo

23/06/2025
Em ECONOMIA
Gasolina e diesel atingem maior defasagem desde janeiro com alta do petróleo - img

NICOLA PAMPLONA
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – A disparada da cotação do petróleo nos últimos dias elevou a defasagem no preço interno do diesel a níveis de janeiro de 2025, pouco antes do primeiro reajuste feito no ano pela Petrobras. O mercado, porém, não espera que a estatal eleve seus preços por enquanto.

Na abertura do mercado desta segunda-feira (23), o preço do diesel no país estava R$ 0,58 por litro abaixo da paridade de importação calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Nas refinarias da Petrobras, a defasagem era de R$ 0,61 por litro.

São os maiores valores desde o dia 22 de janeiro, dez dias antes de aumento de R$ 0,22 por litro no preço do combustível vendido pelas refinarias da estatal. Foi o primeiro de quatro ajustes no ano -os outros três foram reduções.

No caso da gasolina, a defasagem é menor, de R$ 0,24 por litro, em média, e R$ 0,26 nas refinarias da Petrobras. Ainda assim, também é o maior valor desde o fim de janeiro. O produto costuma ficar mais caro no mercado internacional nesta época do ano, já que a demanda do mercado americano cresce nas férias de verão.

Na semana passada, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a empresa esperaria antes de promover ajustes em seus preços, para evitar repassar ao consumidor volatilidades geradas pelo cenário geopolítico.

“O cenário de petróleo alto tem cinco dias, é bem recente”, disse ela na quarta (18). A Folha apurou que a avaliação da cúpula da empresa ainda é a mesma.

A entrada dos Estados Unidos na guerra entre Israel e Irã, porém, elevou o risco de interrupção do fluxo de combustíveis no canal de Hormuz, que movimenta cerca de um quarto do consumo global de petróleo, jogando maior pressão sobre as cotações internacionais.

A cotação do petróleo Brent chegou a atingir o maior valor em cinco meses na abertura do mercado desta segunda na Ásia, mas recuou um pouco.

“Após os sinais da Casa Branca de que uma ofensiva não é iminente, o Brent devolveu parte dos ganhos na sexta-feira. Ainda assim, caminha para a terceira semana consecutiva de alta, reacendendo preocupações sobre o impacto do choque de energia na inflação”, escreveu nesta segunda Étore Sanches, da corretora Ativa.

Analistas do banco UBS dizem esperar que, mesmo ainda sem decisão do aiatolá Ali Khamenei sobre fechamento do canal de Hormuz, os mercados precifiquem um prêmio de risco para o petróleo no curto prazo.

Por um lado, petróleo mais caro beneficia o Brasil, hoje um grande exportador, já que tem impacto positivo sobre a balança comercial e a arrecadação de impostos e taxas cobradas sobre a produção. Ajuda também as petroleiras com operação no país e pode garantir dividendos adicionais da Petrobras.

“É um horror dizer que uma guerra é uma coisa positiva, mas é uma realidade. Hoje, o Brasil é um país que não tem nenhuma instabilidade geopolítica e produz bastante petróleo”, comentou nesta segunda o presidente da petroleira independente Prio, Roberto Monteiro.

Por outro lado, joga pressão sobre a política de preços da Petrobras. “Petróleo caro é definitivamente bom para a Petrobras, mas talvez preços ‘muito caros’ possam desafiar a execução da política de preços, o que preocupa alguns investidores”, escreveram analistas do banco Itaú BBA.

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