CBS BRASIL - CBS NEWS
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • ESPORTES
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • POLÍTICA
  • SAÚDE
  • TECNOLOGIA
Sem resultados
Ver todos os resultados
CBS BRASIL - CBS NEWS
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • ESPORTES
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • POLÍTICA
  • SAÚDE
  • TECNOLOGIA
Sem resultados
Ver todos os resultados
CBS BRASIL - CBS NEWS
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home ECONOMIA

Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta

17/11/2025
Em ECONOMIA
Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta - img

A meta do Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%

Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC).

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.

Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano [Clique Aqui!] pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.

No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.

Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.

Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.

Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

 

Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta

Fonte: Gazeta Mercantil

ADVERTISEMENT
Anterior

Robinho é transferido e deixa o ‘presídio dos famosos’ em Tremembé, em SP

Próximo

Gato é condenado à 'prisão domiciliar' na França após briga de vizinhos

LEIA MAIS

Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos - img

Brasil fecha 2025 com aumento de 5% no estoque de empregos

As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego...

Dólar supera R$ 5 e bolsa cai quase 2% em dia de turbulência - img

Dólar supera R$ 5 e bolsa cai quase 2% em dia de turbulência

Mercado reage a reportagem sobre Flávio Bolsonaro e Vorcaro; banqueiro teria pago R$ 61 milhões para filme do ex-presidente Jair...

Governo fará ajuste para proibir bets no Desenrola Fies - img

Governo fará ajuste para proibir bets no Desenrola Fies

O Desenrola 2.0 é a nova etapa do programa criado pelo governo federal para estimular acordos de renegociação de dívidas...

Governo cria subsídio de até R$ 0,89 para segurar preço da gasolina - img

Governo cria subsídio de até R$ 0,89 para segurar preço da gasolina

Governo também enviou ao Congresso um projeto para permitir que receitas extras obtidas com petróleo sejam usadas para reduzir tributos...

Próximo
Gato é condenado à 'prisão domiciliar' na França após briga de vizinhos - img

Gato é condenado à 'prisão domiciliar' na França após briga de vizinhos

CBS BRASIL

contato@cbsbrasil.com

  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • ESPORTES
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • POLÍTICA
  • SAÚDE
  • TECNOLOGIA

© 2025 CBS BRASIL - contato@cbsbrasil.com

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • ECONOMIA
  • ENTRETENIMENTO
  • ESPORTES
  • LIFESTYLE
  • MUNDO
  • POLÍTICA
  • SAÚDE
  • TECNOLOGIA

© 2025 CBS BRASIL - contato@cbsbrasil.com