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Mundo já vive corrida armamentista nuclear, diz Putin

10/10/2025
Em MUNDO
Mundo já vive corrida armamentista nuclear, diz Putin - img

Presidente afirma que Rússia está mais bem colocada na disputa do que EUA e rivais, e promete novas armas; líder também afaga Donald Trump, a quem elogiou pelos esforços para terminar com a guerra na Faixa de Gaza

BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O mundo já vive uma corrida armamentista nuclear, e a Rússia está mais bem posicionada do que os Estados Unidos e outros rivais na disputa, estando pronta para apresentar novos sistemas de armas em breve.

A afirmação foi feita nesta sexta-feira (10), dia da entrega do Prêmio Nobel da Paz, pelo presidente russo, Vladimir Putin. Ele encerrava sua participação numa cúpula de líderes de ex-repúblicas soviéticas em Duchambe, no Tadjiquistão.

“A corrida já está aí”, disse ele a jornalistas, em uma fala calculada para reafirmar sua tradicional carta nuclear em momento de incerteza na relação com os Estados Unidos de Donald Trump. Além disso, na segunda (13), a aliança militar ocidental Otan inicia seu exercício anual de ataque nuclear, o Steadfast Noon.

Após um movimento intenso de aproximação visando chegar a uma trégua na Guerra da Ucrânia, o republicano está numa fase de criticar Putin, com quem se diz decepcionado, e a Rússia, chamada por ele de tigre de papel por não ter tomado Kiev rapidamente após a invasão de 2022.

No campo das ameaças, o operador do maior arsenal nuclear do mundo disse está desenvolvendo novidades bélicas. “Acredito que teremos a oportunidade de anunciar em breve as novas armas. Elas estão sendo desenvolvidas e testadas. Estão indo bem”, disse.

Ele voltou a dizer que a Rússia leva vantagem na corrida atômica devido à introdução de mísseis hipersônicos, novos modelos intercontinentais e a temida arma balística de médio alcance Orechnik, testada sem carga explosiva contra a Ucrânia.

“Nossas capacidades de dissuasão nuclear são mais inovadoras do que as de qualquer outro Estado nuclear”, afirmou. Com capacidades semelhantes à Rússia há os EUA, com a China em terceiro lugar em arsenal e meios de ataque. Depois vêm França e Reino Unido, com Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte completando o clube.

O presidente voltou a oferecer aos EUA a extensão por um ano do Novo Start, o último acordo de controle de armas nucleares, algo que Trump havia dito “parecer uma boa ideia”. Mas começou a adaptar o discurso, caso fracasse.

Segundo ele, as novas armas que tem e que terá são suficientes para garantir a defesa da Rússia se os tratados não funcionarem. Voltou a dizer que, se os EUA ou outras potências fizerem um teste nuclear, ele ordenará o mesmo.

Na linha apaziguadora, o líder também fez novos elogios a Trump. Comentando a trégua costurada pelo americano na guerra em Gaza, ele disse que o republicano “faz muito pela paz” e que se o plano do Oriente Médio der certo, “não será nada menos que um evento histórico”.

Ele não comentou o fato de o americano não ter ganho o Nobel da Paz que tanto desejava.

Tal mesura condiz com a correção de rumo feita na véspera pelo Kremlin. Na quarta (8), o vice-chanceler Serguei Riabkov havia dito que os esforços de Trump na Ucrânia tinham se exaurido.

No dia seguinte, o assessor do presidente para temas internacionais, Iuri Uchakov, disse que tal avaliação era incorreta, uma reprimenda pública raríssima no controlado meio político russo. Agora, Putin seguiu na linha de elogio pessoal a Trump, após os recados atômicos.

Há também a questão do fornecimento, que Washington ainda está para anunciar ou não, dos mísseis de cruzeiro Tomahawk para Volodimir Zelenski. Putin voltou a criticar a ideia, mas parece tê-la normalizado após ter dito, na semana passada, que isso significaria o fim da reaproximação com os EUA.

Nesta sexta, afirmou apenas que, se as armas forem entregues, a Rússia irá reforçar suas defesas.

No campo de batalha ucraniano, a violência segue. Ao menos 1 pessoa morreu e 20 ficaram feridas numa barragem de drones russos, que em Kiev também provocou um apagão de grandes proporções, reforçando os temores do sucesso da campanha de Moscou contra o sistema energético local enquanto o inverno do Hemisfério Norte se aproxima.

Foram lançados 465 drones em todo o país, 405 dos quais a Ucrânia disse ter interceptado. Outros 32 mísseis também foram lançados, com menos da metade, 15, sendo derrubados.

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