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Ouro no Pan 2007, Diogo Silva pede ações 'mais ativas' contra o racismo

23/10/2025
Em ESPORTES
Ouro no Pan 2007, Diogo Silva pede ações 'mais ativas' contra o racismo - img

CAMPINAS, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Coordenador de Esporte de Base da Secretaria Nacional de Excelência Esportiva, do Ministério do Esporte, Diogo Silva -medalhista de ouro no taekwondo no Pan de 2007- acredita que há a necessidade de o governo brasileiro “tomar providências que sejam mais ativas” contra o racismo.

 

Um dos episódios mais recentes ocorreu na última semana. Luighi, jogador do Palmeiras, foi alvo de racismo durante o jogo contra o Cerro Porteño, semana passada, pela Libertadores sub-20

“Isso vem acontecendo de uma forma sistêmica. Como acontece de uma forma sistêmica, não é um caso isolado. Então, já é um caso de Estado. O governo brasileiro precisa tomar providências que sejam mais ativas, e existe uma relação interministerial para que isso possa acontecer”, disse Diogo.

Luighi levou uma cusparada, denunciou xingamento de “macaco” ao árbitro da partida e chorou no banco de reservas. Ele desabafou na entrevista após o jogo e se revoltou com a falta de uma pergunta sobre o caso.

Diogo aponta os motivos de mais de um ministério ter de estar envolvido no debate. O Ministério do Esporte, porque os casos vêm acontecendo dentro das arenas esportivas. Esses atletas estão trabalhando, então, tem uma relação com o Ministério do Trabalho. Há ainda o Ministério da Igualdade Racial e o Ministério da Justiça. Esses quatro ministérios precisam se unir para, de fato, dar uma resposta à altura das situações que vêm acontecendo. Acredito que possamos dar o próximo passo. É ser mais enérgico. São casos sistêmicos com jogadores brasileiros, dentro ou fora do território nacional. A sociedade está querendo uma resposta, e o Estado precisa dar”.

Ele pontua que o Ministério do Esporte e o Ministério da Igualdade Racial criaram um programa de combate ao racismo no esporte. O ex-atleta lembrou ainda o caso de Ygor Coelho, impedido de entrar no México para uma competição de badminton, mas indicou um maior número no futebol.

O racismo no esporte tem uma cadeia maior dentro do futebol. Mesmo analisando todo o esporte, os maiores casos continuam sendo no futebol. Há alguns motivos para isso, porque são eventos transmitidos, então você observa mais, e são mais populares. Isso ganha outra dimensão. Você pode colocar o caso do Ygor Coelho, do badminton, como xenofobia, como racismo, mas ele não vai ganhar a mesma proporção do que jogadores de futebol, como Vinícius Júnior ou o que acabou de acontecer com o jogador do Palmeiras”, afirma.

Um dos nomes de grande destaque no taekwondo brasileiro, ele celebra o bom momento da modalidade. Edival Pontes “Netinho”, levou o bronze em Paris-2024, e a modalidade já havia conquistado cinco pódios nos Jogos Pan-Americanos de Santiago-2023.

“É muito bom ver o taekwondo da forma que ele está. Acho que inicia um processo, o que foi o marco da minha geração, os primeiros títulos que nós conquistamos, as primeiras portas abertas, os primeiros Jogos Olímpicos. E, depois, um novo grupo que veio com uma instituição mais organizada. Acho que isso foi o grande marco para o taekwondo, uma instituição mais profissional, entendendo um pouco mais de gestão, entendendo quais são os caminhos que de fato levam às vitórias.

“Aí, nasce o Ícaro Miguel, a equipe de São Caetano, Milena Titoneli… Vem o Paulinho, do Rio Grande do Norte, o Netinho, da Paraíba. Ver que esse novo grupo ganhou força e conseguiu bater os nossos resultados, é muito legal. Os Jogos Olímpicos vieram para coroar tudo isso, e essa geração que ainda vai estar nos Jogos Olímpicos de 2028″, completou.

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