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Home ECONOMIA

Para brasileiros, discurso de Trump amenizou temores com China e não dirimiu dúvidas sobre tarifas

10/10/2025
Em ECONOMIA
Para brasileiros, discurso de Trump amenizou temores com China e não dirimiu dúvidas sobre tarifas - img

(FOLHAPRESS) – Executivos brasileiros ouvidos pela reportagem em Davos consideraram relativamente positivo o discurso de Donald Trump para o Fórum Econômico Mundial: embora não tenha tirado da mesa a ameaça de elevar tarifas comerciais, tampouco subiu o tom, e ainda amenizou as referências a China, dizendo que é possível trabalhar junto com a potência asiática.

Para Roberto Azevêdo, presidente de operações internacionais da Ambipar e ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), não houve grandes diferenças em relação ao que o americano vinha falando desde que tomou posse, na segunda (20), ou mesmo na campanha.

Mas Azevêdo classificou como positiva a mudança de tom de Trump em relação à China, ao declarar que quer encontrar uma maneira de se relacionar com o país e que ele e Xi Jinping, o dirigente chinês, têm afinidade.

O risco de uma guerra comercial entre China e EUA foi um dos temores alimentados ao longo da semana por empresários e banqueiros.

Outro alto executivo brasileiro que participa do Fórum mas pediu para comentar sem ter seu nome publicado apontou que não houve arroubos no discurso de Trump, mas tampouco as dúvidas foram sanadas. Para ele, é preciso esperar para ver quais promessas e ameaças serão concretizadas.

Para esse executivo, a mensagem do americano sobre trabalhar com Pequim também foi positiva, assim como a ideia de que a China poderia ajudar na resolução da guerra entre Rússia e Ucrânia, o que desfez sua percepção de que a relação geopolítica entre os dois países poderia se tornar mais tensa.

Mesmo as críticas à Europa, bastante diretas mas nem tão incisivas (Trump se queixou de que seu país tem sido tratado de forma injusta pelos europeus, sobretudo no que diz respeito à regulamentação das grandes empresas de tecnologia na região), foram consideradas amenas pelos executivos.

Outro ponto nevrálgico para a plateia em Davos, as políticas ambientais e energéticas, também não alteraram a percepção do discurso trumpista. Erasmo Battistella, CEO da empresa de biocombustíveis e energia renovável Be8, afirma não ver um ônus de Trump para seu setor, apesar de o americano ter desmantelado o programa de incentivos à economia verde nos EUA.

“O trem da transição energética partiu da estação faz muitos anos e ele ora acelera mais e ora diminui a velocidade, mas não para e não vai parar”, disse Battistella, nome recorrente no Fórum nos últimos anos.

“[Aqui] senti países comprometidos, senti empresas comprometidas. Porque, no final do dia, os governos criam as políticas públicas e nós, sociedade civil, vamos implementar.”

Battistella considerou positivo o fato de Trump ter acabado com o incentivo à produção e à compra de carros elétricos implementado por seu antecessor, Joe Biden. Se nós efetivamente queremos fazer uma transição energética justa e sustentável sobre o tema ambiental, econômico, e precisa cuidar da economia e social, os três pilares da sustentabilidade, nós não podemos priorizar uma ou outra área”, afirmou.

Os três executivos também notaram, no discurso de Trump, uma preocupação em dirimir a ideia de que sua plataforma possa alimentar a inflação, sobretudo com a implementação de tarifas.

Um dos pontos que assinalam é o fato de ele citar a queda dos preços do petróleo no mercado internacional, resultante direta de sua promessa de investir no combustível fóssil, e dizer que a partir disso poderá exigir uma queda de juros ao Federal Reserve, o banco central americano.

Outro foi o cuidado em não citar alíquotas nem países que eventualmente seriam sobretaxados.

Boa parte da campanha do Trump surfou na promessa de melhorar a economia no bolso do consumidor, após o americano médio, sob Biden, sentir a alta dos preços. Os riscos fiscais implicados em suas promessas, e seu potencial inflacionário, foram tema recorrente entre os economistas e banqueiros em Davos, o que poderia levar a uma desilusão do eleitorado trumpista.

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