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Trump diz que proposta nuclear de Putin 'parece uma boa ideia'

07/10/2025
Em MUNDO
Trump diz que proposta nuclear de Putin 'parece uma boa ideia' - img

Trump indicou apoio à proposta de Vladimir Putin para estender por um ano o tratado de controle nuclear Novo Start, último acordo do tipo em vigor entre EUA e Rússia. O gesto foi visto pelo Kremlin como sinal positivo em meio à escalada de tensões pela guerra na Ucrânia

(CBS NEWS) – Em meio a tensões renovadas com a Rússia devido à Guerra da Ucrânia, o presidente Donald Trump fez uma sinalização a Vladimir Putin, dizendo que “parece uma boa ideia” a proposta do russo de prolongar por um ano o último acordo de controle de armas nucleares ainda vigente.

A frase do americano foi dita ao repórteres na saída da Casa Branca no domingo (5) à noite, e foi saudada nesta segunda-feira (6) pelo Kremlin como “um sinal otimista” em uma era de temores atômicos.

Na semana passada, Putin havia dito que o Kremlin está disposto a voluntariamente adiar o fim do chamado Novo Start, um acordo em vigor desde 2011 que teria de ser renovado no próximo dia 5 de fevereiro.
Pela proposta, ambas as potências nucleares, que controlam 87% do arsenal do planeta, manteriam os termos do acordo por mais um ano, enquanto negociam um novo tratado que pode ou não incluir a ascendente China, do lado dos aliados de Moscou, e talvez França e Reino Unido, pelo flanco ocidental.

O Novo Start é o último arranjo em vigor sobre o tema. Em seu primeiro mandato, Trump deixou os dois outros diplomas que ajudaram a baixar as tensões atômicas, alegando obsolescência. Putin, por sua vez, suspendeu em 2023 as obrigações russas no acordo ainda vigente devido ao apoio dos EUA a Kiev.

Ele manteve os limites previstos no acordo, 1.550 ogivas estratégicas operacionais em 700 meios de emprego, mísseis em silos, em submarinos e em bombardeiros, mas congelou regimes de inspeção mútua e outras obrigações.

As armas estratégicas são aquelas de maior alcance e potência, associadas à destruição de cidades inteiras. Em oposição, há os modelos táticos, em teoria menos potentes e limitados a campos de batalha, embora seja consenso entre especialistas que seu emprego levaria ao uso de bombas maiores.

A questão de controlar armas táticas é, ao lado da vontade americana de ter a China sob o controle de um novo tratado, um ponto nevrálgico de discussões. Segundo a referencial Federação dos Cientistas Americanos, os EUA têm cerca de 200 dessas ogivas, 100 delas operantes, enquanto os russos têm 1.558.

Ambos os lados têm se mexido no campo nuclear. No seu primeiro mandato, Trump baixou a barra para o uso de armas táticas e colocou modelos menos potentes em serviço nos seus submarinos. Agora, promove projeto de defesa balística Domo Dourado, visto com desconfiança por analistas.

Já Putin mudou a doutrina nuclear russa, ampliando a possibilidade de emprego da bomba, e desenvolveu uma nova geração de mísseis capazes de serem armados com ela, como o famoso Orechnik, testado sem carga explosiva sobre a Ucrânia em novembro, além de diversos modelos hipersônicos manobráveis.

O debate ocorre enquanto os EUA, que estão num vaivém alternando gestos amistosos e pressão sobre Putin acerca da guerra, estudam o envio de mísseis de cruzeiro Tomahawk para Volodimir Zelenski.

O presidente russo alertou no fim de semana que, se isso ocorrer, haverá um rompimento decisivo na retomada de relações com os americanos, que ele ainda considera sua prioridade. Relatos de Washington sugerem que Trump pode não tomar a decisão, mas isso é incerto.

Enquanto isso, no campo de batalha, a intensa pressão aplicada pelos russos contra o vizinho nas últimas semanas recebeu uma resposta nesta segunda. Kiev lançou o segundo maior ataque com drones sobre a Rússia em todo o conflito, com o Ministério da Defesa de Putin dizendo ter derrubado 251 aparelhos.

Antes, em 11 de março, haviam sido 337. Os russos não divulgam o número total de drones que foram lançados, mas o foco foi a região meridional de Belgorodo, onde estações de energia foram atingidas e 40 mil habitantes ficaram no escuro. Moram por lá 1,5 milhão de pessoas.

Na Crimeia, anexada em 2014 por Putin, foram relatados ataques a um terminal de distribuição de petróleo e uma fábrica de munição. Em Briansk, também no sul russo, e em Níjni-Novogorod, mais a leste, canais locais de Telegram divulgaram imagens de explosões em estações de energia. Não houve vítimas confirmadas na ação.

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